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Estarei lá à vossa espera :)
Wednesday, July 23, 2008
Tuesday, June 10, 2008
Poema do Adeus

Passado levado no vento,
na tarde que se faz Outono,
envelhece as linhas do corpo,
padece o rosto de lágrimas cravado.
O tempo, soletrado letra a letra,
nomes estranhos aos amantes,
histórias vagas para contar,
sem poesia, nem engenho.
Esvanecem os beijos,
desamarram os abraços,
de um coração solto e corpos libertos,
de um querer outrora vontade,
de um desejo que já ardeu ontem,
do amor que nunca foi meu...
... nem teu!
Thursday, May 01, 2008
End of the Road...

Todos os caminhos chegam a um final, ou talvez levem a caminhos alternativos, diferentes. Esta minha cidade, este meu canto de palavras foi durante dois anos da minha vida o reflexo de mim, a poesia que metaforicamente transporto para minha vida, a confissão de disabores e paixões e a descoberta. Para aqueles que desconhecem, «cidade da deusa selvagem» foi um tributo a um dos livros de Isabel Allende que eu tanto gosto e que quando iniciei este espaço me pareceu em consonância com o que eu queria expressar. Obrigada susy por me teres feito acreditar que a minha escrita tinha qualidade suficente para ser publicada e por ter tido a coragem suficente se me confessar em dois dos grandes textos para mim ao quais chamei «Confissão», onde decidi revelar os meus dramas pessoais, a luta que travo todos os dias para não me voltar a afundar na escuridão.
Muitas vezes me disseram me desconhecer até começarem a ler-me por aqui. Tirei a mascára é certo mas este espaço não foi a quilo que eu ambicionava pois tantas vezes tive de contornar a realidade e não falar abertamente para não expor aqueles que me rodeiam.
Falo certamente dos amores não confessados e das paixões arrebatadoras, das desilusões do coração.
Sinto necessidade de abandonar este passado e de (tal como alguém me diz tantas vezes) iniciar um novo ciclo, sem arrependimentos daquilo que nunca fiz, das pessoas que deixei partir da minha vida e hoje lamento o ter feito. Já não me pertencem, para elas sou também passado, um amor fracassado.
Obrigada por me terem acompanhado, por terem gostado de mim a troco de algumas palavras...
Não direi adeus mas um até breve... Poderei voltar quem sabe, mas deixo-vos um beijo de baunilha desta deusa selvagem que vos recorda como peças vivas dos meus textos!
Beijinhos,
Sandra Papillon
Saturday, April 26, 2008
Monday, April 14, 2008
Velha saudade

Chega assim sem pedir,
lento e invasivo,
esse véu que me cobre de saudade,
que de ti, desconhecido me lembra,
mel dos teus lábios,
laço do teu abraço,
aroma de um instante sob a tua pele.
Toma conta de mim,
sob o olhar se fecha a noite,
para que lembre na loucura,
este corpo invadido por ti.
No desvario das horas,
um vislumbre do teu nome,
agora secreto para mim,
o sabor agre, o gesto doce,
no leito de ardor vivido.
Fica apertada essa saudade,
espartilho de espinhos que o peito sufoca...
tudo valeu a pena.
(escrito no verso de um bilhete de avião)
Sunday, April 06, 2008
vaguear
Wednesday, March 26, 2008
Fonte dos desejos

Perdi meus versos,
num banco verde de jardim.
Soltos do mundo, letras rasgadas,
salpicados de dourado entardecer,
perdi-os para ti...
No branco papel de sonhos,
escondo beijos de rubi,
deposito nos teus braços,
esse fogo que senti...
Da aurora arranco suspiros,
no fôlego da noite febril,
deixo-me percorrer nos fios do teu cabelo.
Entrego-me corpo nu a essa gélida vontade
de me cruzar dentro de ti,
na penetração do olhar,
corpo suspenso no ritmo quente do fòlego,
melodia desconexa do sensualismo.
E aqui... na fonte dos desejos,
ofereço ao altar de águas furtadas,
a confissão de querer para mim,
as letras do nome que reclamo minhas,
esse vulto que és tu...
És meu num passado sem rumo
nos lábios insconcientes,
da outra mulher
que te desamarrou de mim...
Thursday, March 20, 2008
Night Dream

Hum.. a emoção de ver alguém que se admira é indescritivél.... è o arrepiar da pela À primeira sonoridade da voz, ao toque da balada! Foi un frenesim ir ver Alicia Keys. Uma mulher lindissima e de uma voz de encantar e que com as letras das musicas nos poem a reflectir e a sorrir perante as desilusões! Dei por mim a rir quando cantava «how come you don't call me anymore» ; «I'm a superwoman»; «baby I'm worth it!»... Que vontade de gritar... cambada de idiotas que nos desiludem e nos fazem duvidar das mulheres fantasticas que somos! LOL!
beijinhos a todos... I'll be back soon!
SUPERWOMAN
Everywhere I'm turning
Nothing seems complete
I stand up and I'm searching
For the better part of me
I hang my head from sorrow
Slave to humanity
I wear it on my shoulders
Gotta find the strength in me
Cause I am a Superwoman
Yes I am
Yes she is
Even when I'm a mess
I still put on a vest
With an S on my chest
Oh yes
I'm a Superwoman
For all the mothers fighting
For better days to come
And all my women, all my women sitting here trying
To come home before the sun
And all my sisters
Coming together
Say yes I will
Yes I can
Cause I am a Superwoman
Yes I am
Yes she is
Even when I'm a mess
I still put on a vest
With an S on my chest
Oh yes
I'm a Superwoman
When I'm breaking down
And I can't be found
And I start to get weak
Cause no one knows
Me underneath these clothes
But I can fly
We can fly, Oooohh
Cause I am a Superwoman
Yes I am
Yes she is
Even when I'm a mess
I still put on a vest
With an S on my chest
Oh yes
I'm a Superwoman
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